"Eu acho que talvez esse seja o filme mais importante que tenha sido feito no Rio Grande do Sul"

 

“Talvez vou cometer um exagero, mas vou cometer mesmo assim: eu acho que talvez esse seja o filme mais importante que tenha sido feito no Rio Grande do Sul. Em todos os tempos. Não porque mostra a condição do Presídio Central, todo mudo sabe que é ruim, não é isso, não é por isso.

 

É porque mostra como funciona a mecânica, não só do presídio central mas a mecânica do crime, da insegurança no estado do RS e no Brasil inteiro. A gente, assistindo ao filme, consegue entender porque as coisas estão acontecendo da forma que estão acontecendo.

Então todas as pessoas do Rio Grande do Sul, talvez do Brasil, deveriam assistir a esse filme pra entender por que você tem medo de sair na rua hoje em Porto Alegre, por que tem que colocar um segurança na portaria do edifício... O medo que as pessoas sentem, tudo que está acontecendo no Rio Grande do Sul, porque o grande pavor do gaúcho hoje é a segurança, e talvez do brasileiro. E assistindo a esse filme, a pessoa consegue entender.

Então, não é só um filme sobre as condições de um presidio, é um filme sobre a mecânica do crime.”

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